Tal poeta miserável,
De seu âmago amargo,
Agora, não mais amável,
Produto de seu estrago!
Assim diz: “Ó, senhor meu,
Perdoai o que diz teu
Servo malcriado, mau,
Não mais agirá tal qual!”
“Criatura ignorante!
Apenas retira-te”.
Assim foi o bom bufante,
Tramar seu plano marcante.
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