Escrevi este poema num momento... chato, digamos assim. Aquela
conversa que a tristeza ou raiva são os melhores motivos para se escrever uma
poesia não é só conversa, definitivamente não. É uma tremenda verdade,
pelo menos para mim. Este poema a seguir é um soneto tradicional, decassílabo.
Não vou interpretar nada, apenas aproveite a sonoridade das palavras e sua
organização. Dele tire o significado que achar melhor. Chama-se, como o
diz o título do post: Soneto de
Imbecilidade.
Por um erro cômico, tão errôneo
Quanto uma errada comédia sem riso,
Caído, sem abrigo, instantâneo,
Fica o homem, morto, sem nenhum siso.
Um pouco de pouca imbecilidade
Basta pra um fim de tarde deprimente.
Por isso venha, criatividade,
Aplacar tal mal, matador da mente!
A poesia cura tais feridas
Que de todos são elas advindas!
Bem-vindo ao mundo dos que nunca somem!
Eternidade espera, imbecil.
Calmamente chama-o: varonil,
Sir ou dominus, mas o melhor: homem.
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