Quando nasci, um gnomo brincalhão,
Desses que vivem nos jardins,
Chutou minha bunda, mostrou-me o dedo médio e disse:
“Vai, Daniel, ser tu mesmo o tempo todo!
Viver no ócio, dia e noite descansar
De um cansaço inexistente, puro pesar!”
“Doeu!”, disse eu,
Procurei, mas não achei colhão,
Nem mesmo nos camarins,
Assim diante do gnomo, agi com meninice.
O engraçado tinha nome, mistura bem
atrevida,
Todo mundo conhece, a saber, era: Vida.
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