Decidi começar a explicar o que são as postagens, é mais fácil e fica mais organizado (até porque me criticaram pelo design do blog). O trecho abaixo é um fim de capítulo de Guerra e Ideal, seguindo uma mania minha (ou estilo) de terminar capítulos com reflexões da personagem.
"Consegue imaginar qual foi minha sensação
naquela hora? Um épico. Aquilo parecia minha odisseia e eu não podia parar.
Cada situação era um desafio, tudo para conseguir voltar para minha vida
tranquila, meu tão desejado conforto, meu lar, mesmo vivendo cada situação com
a incerteza se ainda possuía aquilo, um “lar”. Não é à toa que o tempo pode ser
simbolizado por um rio correndo... Mas creio que rio é pouco, todos nós estamos
num navio, no meio dum oceano, sendo arrastados por uma correnteza que nos leva
a algum lugar familiar e estranho ao mesmo tempo. O mundo inteiro é familiar e
estranho: todo lugar têm pessoas, pessoas são simplesmente pessoas, mas ao
mesmo tempo cada uma é uma individualmente e elas se modificam com o tempo.
Tudo se modifica com o tempo. O tempo é um assassino. O tempo é um oceano.
Estamos num navio: cuidado para não naufragar."
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